05/06/2025
Na última semana de maio, participei do C6 Tech Week a convite do próprio banco. Foi um evento técnico, direto ao ponto, com foco real nos desafios enfrentados por quem trabalha com tecnologia — especialmente no que diz respeito à segurança digital.
Logo de início, uma frase durante a palestra me chamou atenção e resumiu bem o espírito do encontro:
“Transformação digital já ficou demodê. Segurança não pode ser uma opção.”
Essa fala veio acompanhada de uma crítica objetiva à forma tradicional como a segurança é tratada em muitas empresas: isolada, desconectada do desenvolvimento e da prevenção a fraudes. E foi aí que o C6 apresentou o que realmente faz diferença — integração entre áreas.
No modelo apresentado, cibersegurança, prevenção a fraudes e desenvolvimento formam um tripé que atua junto desde o início da criação dos produtos digitais do banco.
Esse alinhamento tem um objetivo claro:
Menos vulnerabilidades, menos retrabalho e mais velocidade com segurança real.
Tradicionalmente, times de cyber se limitavam a firewalls, EDR, antivírus. Já o time de desenvolvimento criava funcionalidades sem considerar segurança como prioridade. E o time de fraudes? Agia em paralelo, sem diálogo técnico. O resultado era um ambiente lento, inseguro e propenso a erros.
Agora, todos esses pilares falam a mesma língua no C6. E isso fez o banco evoluir muito mais rápido, com entregas mais seguras e assertivas.
Outro ponto importante foi sobre o uso de inteligência artificial no combate a fraudes. A frase dita na palestra foi direta:
“Hoje, fraudadores usam IA para aplicar golpes. E como a gente combate isso? Com IA também. Fraude moderna se combate com tecnologia moderna. Aqui no C6, é IA contra IA.”
Essa visão mostra maturidade: não adianta combater ameaças modernas com métodos antiquados. É preciso trazer a tecnologia para o centro da estratégia, especialmente em um ambiente bancário.
Além do conteúdo técnico, ainda tive a sorte de sentar na cadeira premiada do evento e ganhei uma sacola recheada de brindes. Garrafa térmica, bolsa personalizada e outros itens bem úteis — um detalhe simpático, mas que mostra o cuidado com os participantes.
O C6 Tech Week não foi sobre buzzwords ou promessas vazias. Foi sobre segurança digital real, integrada e aplicada na prática.
Para quem desenvolve sistemas, constrói APIs, trabalha com produtos digitais ou lida com dados sensíveis, fica um recado importante:
Não existe boa experiência sem segurança. E não dá mais para tratar segurança como algo “depois que o produto estiver pronto”.
Quem quiser inovar de verdade, precisa integrar segurança no DNA da empresa. E nisso, o C6 mostrou que está fazendo a lição de casa.